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A dermatoscopia é um exame que, de forma não-invasiva, pode avaliar pintas e prevenir alguns tipos de câncer de pele, diferenciando as pintas benignas das lesões de risco. 

A dermatoscopia é um método que permite avaliar tanto lesões pigmentadas da pele, as chamadas pintas, como lesões não pigmentadas. Com isso, podemos dizer se uma pinta tem chance de ser um tumor maligno, denominado de melanoma, ou seja, atuar na prevenção do câncer de pele. A partir desse exame, podemos ainda dizer para uma pessoa com muitas pintas quais devem ser removidas, além de evitar a retirada desnecessária de uma lesão em uma criança, por termos a certeza de benignidade, por exemplo. 

Para chegar ao diagnóstico dessas lesões, é usado o dermatoscópio, aparelho que permite ampliar a imagem da pele, proporcionando uma visão em profundidade, facilitando a análise e documentação das manchas e ou pintas, especialmente quando existe a necessidade de acompanhar a evolução do quadro clínico. 

Há dois tipos de exame. A dermatoscopia das lesões pigmentadas que é feita no consultório, normalmente durante a consulta ou como procedimento individualizado. Temos ainda o mapeamento corporal, realizado por especialista nesse exame, na qual são utilizados aparelhos mais sofisticados e serve para fotografar todo o indivíduo e detectar precocemente modificações ou aparecimento – de pintas malignas. Quando a pele apresenta manchas e pintas com aparência dúbia, a dermatoscopia aumenta a acurácia diagnóstica ao redor de 15% – de 85% para 97% – e assim, ajuda o cirurgião dermatológico a priorizar as pintas que devem ser removidas. 

EXAMES

DERMATOSCOPIA 

A biopsia é um procedimento simples, em que um pequeno fragmento da pele ou da mucosa é retirado para análise patológica, com o objetivo de diagnosticar um doença da pele, seja ela um tumor ou um outro tipo de dermatose. Há dois tipos principais de biopsias da pele: por “shaving”, quando o dermatologista utiliza uma lâmina ou um bisturi especial para retirar uma pequena amostra da pele, deixando uma cicatriz achatada, e por “punch”, em que se utiliza um aparato redondo e cortante que entra na pele, retirando uma coluna de tecido. A espessura de tecido retirado irá depender da região do corpo.

 

Normalmente, nesse caso é necessário fechar a área com pontos. A pequena peça retirada é enviada ao laboratório de patologia. Durante o procedimento, é aplicado anestesia local, com ou sem vasoconstritor, de acordo com a indicação médica. A biopsia por “shaving” demora de três a quatro dias para cicatrizar, enquanto que a por “punch” leva de 5 a 14 dias, dependendo do local e do diâmetro do aparelho utilizado.Também é possível realizar a biopsia cirúrgica, em que toda a área retirada é enviada para o exame e o local, em geral, é suturado com mais de um ponto. Esses casos são reservados para lesões tumorais e doenças que atingem a área mais profunda da pele. Algumas lesões ulceradas também podem necessitar desse tipo de biopsia.  

▪ BIÓPSIA