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▪ SOBRE A CIRURGIA DERMATOLÓGICA 

 

A Cirurgia Dermatológica é uma área de atuação da Dermatologia que abrange procedimentos diversos, capazes de remover ou modificar a pele e o tecido celular subcutâneo, sejam eles diagnósticos, cirúrgicos, cosmiátricos ou oncológicos. Dentre os procedimentos realizados, podemos destacar: cirurgia e procedimentos a laser, criocirurgia, remoção de pintas e sinais, eletrocirurgia, preenchimentos, cirurgia Micrográfica de Mohs e eletrocirurgia, cirurgia de unha e transplante de cabelos. Abrangente, a Cirurgia Dermatológica engloba desde tratamentos para melhorar a qualidade de vida e a auto-estima de seus pacientes até tratamentos para câncer de pele e outras doenças. Exemplos: remoção de pintas, cistos,lipomas, unha encravada, retirada de tumores e cânceres de pele, enxertos, correção de cicatrizes, tratamento de cicatrizes de acne, manchas e outros. 

 

 

 

▪ PROCEDIMENTOS 

 

1.Excisão Cirúrgica

A excisão é um procedimento realizado para remover completamente uma lesão da pele. É feito com anestesia local e normalmente é uma técnica ambulatorial. O dermatologista, ao medir a área a ser removida, inclui uma margem de segurança. Em seguida, limpa a região tratada e aplica uma injeção com anestésico local e vaso constritor. A lesão é removida com bisturi até a camada gordurosa da pele, e o profissional se certifica de que todo o material foi retirado. Este poderá ou não ser enviado para análise patológica. Após a retirada de todo o material o médico sutura o local para melhor cicatrização. EXEMPLO: excisão de cistos, sinais, pintas, câncer de pele, quelóides e outros. 

2.Eletrocauterização

A Eletrocauterização, ou simplesmente cauterização, é um procedimento cirúrgico destrutivo usado para retirar alguns tipos de tumores benignos e alguns tipos de cânceres da pele. Para realizar o procedimento, primeiro limpa-se o local da excisão, depois aplica-se uma injeção local com anestésico e um vasoconstritor, para controlar possíveis sangramentos. Na eletrocauterização a lesão é carbonizada por eletricidade e calor. O material pode ser coletado e mandado para análise patológica ou não. Normalmente, este procedimento é usado para retirar hiperplasias sebáceas e ceratoses seborreicas. A recuperação é rápida, normalmente o paciente retoma as suas atividades no mesmo dia, e o ferimento cicatriza em até 10 dias. É recomendado não expor a área ao sol por dois meses. 

3.Cauterização Química

A cauterização química envolve a aplicação de uma substância cáustica ou ácida sobre uma lesão, com o objetivo de removê-la. Após a aplicação do produto, a lesão fica esbranquiçada e pode arder. Ao redor do local tratado a pele pode ficar vermelha, irritada e até inchada. Nos dias subsequentes, a área escurece e fica enrijecida, devido à morte das células. Duas semanas após o procedimento, as crostas que se formam sobre a lesão são eliminadas. Normalmente, usa-se a técnica para tratar queratoses actínicas, queratoses seborreicas, verrugas virais, granuloma piogênico (área sangrante que pode surgir após um trauma ou machucado na pele ou mucosa), entre outros problemas. Podem ser necessárias várias sessões, a depender do tipo de lesão tratada. A substância mais utilizada é o ácido tricloroacético, mas outros ácidos podem ser utilizados, a critério médico e de acordo com a doença em questão. 

4.Curetagem 

Consiste na remoção de lesões cutâneas através da raspagem com um instrumento chamado cureta. Para o tratamento de lesões pequenas, na maioria das vezes não é necessário anestesia ou utiliza-se apenas cremes anestésicos aplicados com antecedência de 1 hora, pois o procedimento é rápido e realizado de um só golpe. Um de seus usos mais frequentes é no tratamento do molusco contagioso. Em lesões maiores é necessário anestesia. Nestes casos, geralmente se faz primeiro uma eletrocoagulação e a curetagem é utilizada para remoção do tecido eletrocoagulado e de células que possam ter escapado da eletrocoagulação. O procedimento deixa uma ferida superficial que exige cuidados para a correta cicatrização. 

5.Canoplastia (Cirurgia da Unha Encravada) 

A unha encravada (Onicocriptose) ocorre quando uma das pontas da unha, ao crescer, literalmente “penetra” na pele em volta dela. O processo decorre de um aumento na pressão sobre a unha ou suas pregas, causado principalmente pelo ato de apará-las de forma errada ou usar sapatos apertados ou de pontas finas. O encravamento se caracteriza pela inflamação e vermelhidão dos cantos da unhas, que podem até mesmo soltar pus e provocar dores com intensidade variada. 

 

No início do encravamento, podem ser tentados o tratamento clínico com higienização frequente da unha e elevação da ponta que está penetrando o tecido. Nunca tente cortá-la, pois determinará uma piora do quadro. Nos casos que não respondem, o tratamento é cirúrgico, com a retirada parcial da unha doente.A cirurgia da unha e feita com anestesia local e, na maioria das vezes, não é necessário retirar toda a unha. O tratamento pode ser feito também com uma técnica nova chamada fenolização de matriz ungueal. Em vez de de cortar a unha, o dermatologista aplica um ácido que destrói parte da unha que estava encravada e o local cicatriza mais rapidamente, sem necessidade de cortes e pontos. 

6.Criocirurgia 

Criocirurgia é uma técnica de tratamento por congelamento, atualmente realizada por meio do nitrogênio líquido, que diminui a temperatura dos tecidos ou das células. 

 

7.Infiltração Intralesional 

A infiltração intra-lesional consiste na injeção de medicamentos dentro de uma lesão cutânea, para o seu tratamento. Desta forma, ela atua diretamente no local onde é necessária e a sua ação é mais intensa. Geralmente, usam-se os chamados “medicamentos de depósito”, que continuam agindo no local por vários dias.Utiliza-se agulha bem fina e a dor da picada, quando ocorre, é muito discreta. A infiltração intra-lesional pode incomodar um pouco, dependendo do local e do tipo de lesão a ser tratada. Usualmente, são necessárias mais de uma aplicação e os intervalos entre elas variam de 15 a 30 dias.Entre as doenças que podem ser tratadas pela infiltração intra-lesional estão a alopécia areata e o quelóide. 

8.Cirurgia do Lóbulo da Orelha Rasgada

A laceração (rasgo) da orelha se deve ao uso de brincos pesados, acidentes ou mesmo uso de alargadores. É popularmente conhecida como rasgo na orelha e normalmente causa incômodo e constrangimento devido o problema estético que causa, interferindo diretamente na autoestima, alegria e provocando, em muitos casos, a depressão ou vergonha. O problema geralmente pode ser corrigido através de uma cirurgia de pequeno porte para a reconstrução do lóbulo. 

9.Enxertos e Retalhos

Quando se cria uma ferida cirúrgica, pela retirada de um tumor cutâneo, o primeiro passo é tentar removê-la com fechamento primário das bordas. Se o defeito criado pela ferida cirurgia for muito grande, não se consegue aproximar as bordas e há necessidade de fazer um retalho ou enxerto de pele. A reconstrução pode ser realizada ao mesmo tempo cirúrgico ou deixada para um segundo plano, quando as condições clínicas do paciente não forem favoráveis. Admite-se, em média, até sete dias para a realização de um retalho, entretanto o leito receptor deverá ser preparado, reavivando-se as bordas da ferida e diminuindo-se o tecido de granulação. Algumas condições são necessárias para realização de um retalho.

 

O tipo de pele e a região doadora devem dispor de sobras e mobilidade, para que o retalho atinja a área receptora sem tração ou sofrimento vascular no seu pedículo e, também, a nova área ulcerada criada pela doação de pele deverá permitir um fechamento primário sem dificuldades. Já um enxerto é um pedaço de pele retirada de uma área corpórea – a área doadora –e transferida a outra, a área receptora, restabelecendo assim um novo suprimento sanguíneo.

PROCEDIMENTOS CIRÚRGICOS